Vamo-nos aplicar, para aumentar os nossos conhecimentos e melhorarmos os resultados escolares.
sábado, 2 de janeiro de 2010
2º Período
Vamo-nos aplicar, para aumentar os nossos conhecimentos e melhorarmos os resultados escolares.
domingo, 27 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Logótipo AP/EE
sábado, 7 de novembro de 2009
Imagens de pesquisa sobre o Natal
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Imagem com duas leituras
domingo, 1 de novembro de 2009
O herói de banda-desenhada
Astérix cumpriu meio século de "vida", um aniversário assinalado ao longo do mês de Outubro com o lançamento de um álbum e com exposições e acções de rua.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
3 côres primárias só
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Concurso para a elaboração do futuro logótipo da Associação de Pais

Está aberto um concurso para a elaboração do futuro logótipo da Associação de Pais, a todos os alunos da escola.
Já sabes o que é um logótipo, pois criaste o teu!
Vai pensando num, iremos tratar isto na sala de aula.
Este logótipo pode ser acompanhado com uma imagem (marca)
Quem quiser pode apresentar uma proposta do logótipo executada em computador.
Em baixo tens o regulamento e os prémios. Clica em "Fullscreeen" para veres o documento maior.
Os teus professores de E.V.T. querem ganhar, por isso esforça-te !!
Reg. Associação Pais
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Origami

Clica AQUI, que tens mais informações sobre Origami
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
A história do papel
Desde os primórdios da humanidade que o Homem desenha as suas memórias visuais. São exemplo destas memórias as cenas de caça encontradas nas paredes das cavernas onde o homem primitivo se abrigava.Antes do fabrico do papel, muitos povos utilizaram formas curiosas de se expressarem através da escrita. Na Índia, usavam-se folhas de palmeiras, os esquimós utilizavam ossos de baleia e dentes de foca, na China os livros eram feitos com conchas e carapaças de tartaruga posteriormente em bambu e seda. Entre outros povos era comum o uso da pedra, do barro e até mesmo da casca das árvores. Os Maias, por exemplo, guardavam os seus conhecimentos em matemática, astronomia e medicina em cascas de árvores, chamadas de "tonalamatl".
As matérias-primas mais famosas e próximas do papel foram o papiro e o pergaminho. O papiro foi inventado pelos egípcios e os exemplares mais antigos datam de 3.500 a.C. Até hoje, as
Papiro
Pergaminho Entretanto, foram os chineses os primeiros a fabricar papel com as características que o actual possui. Descobertas recentes de papéis em túmulos chineses muito antigos, mostraram que na China ele foi fabricado desde os últimos séculos antes de Cristo. Por volta do século VI a.C. sabe-se que os chineses começaram a produzir um papel de seda branco, próprio para a pintura e para a escrita.
Em 105 d.C., o imperador chinês Chien-ch'u, irritado por escrever sobre seda e bambu, ordena ao seu oficial da Corte T’sai Lun que inventasse um novo material para a escrita. T’sai Lun produziu uma substância feita de fibras da casca da amoreira, restos de roupas e cânhamo, humedecendo e batendo a mistura até formar uma pasta. Usando uma peneira e secando esta pasta ao sol, a fina camada depositada transformava-se numa folha de papel. O princípio básico deste processo é o mesmo usado até hoje. Esta técnica foi mantida em segredo pelos chineses durante quase 600 anos.
Tudo parece indicar que a partir do ano 751, os árabes, ao expandirem a sua ocupação para o Oriente, tomaram contacto com a produção deste novo material e começaram a instalar diversas fábricas de produção de papel. No entanto, utilizavam quase exclusivamente trapos, pois era-lhes difícil obter outros materiais fibrosos. A partir daquele momento a difusão do conhecimento sobre a produção do papel acompanhou a expansão muçulmana ao longo da costa norte de África até a Península Ibérica.
Data de 1094 a primeira fábrica de papel em Xativa, Espanha, e por volta de 1150 a fábrica de Fabriano, em Itália.. Curiosamente, a ideia de fazer papel a partir de fibras de madeira foi perdida algures neste percurso, pois o algodão e os trapos de linho foram transformados na principal matéria prima utilizada.
Em 1719, o francês Reamur sugeriu o uso da madeira, em vez dos trapos, pois existia uma forte concorrência entre as fábricas de papel e a indústria têxtil, o que dificultava a obtenção e encarecia a principal matéria-prima usada na época: o algodão e o linho. Mas apenas em 1850 foi desenvolvida uma máquina para moer madeira e transformá-la em fibras. As fibras eram separadas e transformadas no que passou a ser conhecido como "pasta mecânica" de celulose. 
Em 1854 é descoberto na Inglaterra um processo de produção de pasta celulósica através de tratamento com produtos químicos, surgindo a primeira "pasta química".
As primeiras espécies de árvores usadas na fabricação de papel em escala industrial foram o pinheiro e o abeto das florestas das zonas frias do norte da Europa e América do Norte. Outras espécies - o vidoeiro, a faia e o choupo preto nos Estados Unidos e Europa Central e Ocidental, o pinheiro do Chile e Nova Zelândia, o eucalipto no Brasil, Espanha, Portugal, Chile e África do Sul - são hoje utilizadas na indústria de papel e celulose.
A pasta de celulose derivada do eucalipto surgiu pela primeira vez, em escala industrial, no início dos anos 60, e ainda era considerada uma "novidade" até a década de 70. Entretanto, de entre todas as espécies de árvores utilizadas no mundo para a produção de celulose, o eucalipto é a que tem o ciclo de crescimento mais rápido e por isso tornou-se a principal fonte de fibras para a produção do papel.

Graças à madeira, o papel foi convertido de um artigo de luxo, de alta qualidade e baixa produção, num bem produzido em grande escala, a preços acessíveis, mantendo uma elevada qualidade.
Adaptado de A História do Papel de Maria Carlos Reis
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Luz e a cor

tão estranha. Em vez de papel, as pessoas escreviam em pedaços de barro e outros materiais. A escrita também era bem diferente da actual, feita com desenhos. Para quem não sabia desenhar era um verdadeiro problema. A escrita foi inventada na Suméria, um país que existia onde hoje estão o Irão e o Iraque, numa região chamada Mesopotâmia, que significa "entre rios". Os rios são o Tigre e o Eufrates. Naquela época, cerca de 5 mil anos atrás, a escrita começou a ser feita em pequenas almofadas de barro. Mais tarde, usou-se também madeira, metal e pedra para escrever. A ideia pegou e, assim, surgiram maneiras diferentes de escrever em vários pontos do mundo, de acordo com a língua falada em cada região. No começo, a escrita era feita com o desenho das coisas. Por exemplo: se a palavra era "casa", fazia-se o desenho de uma casa. Mas logo vieram as dificuldades. Como escrever o nome de uma pessoa? Não bastava fazer o desenho de um homem ou de uma mulher! Então começaram-se a combinar os símbolos. Desse modo, para escrever algo sobre alguém chamado Coelho, bastava desenhar um homem e um coelho. Mas isso também nem sempre funcionava bem. Como a gente poderia representar alguém chamado Henrique? Para resolver esse tipo de problema, passou-se a escrever os sons das palavras e não mais as ideias. Para escrever "irmão", desenhavam-se as pernas andando (ir) e uma mão. Um soldado era representado por um sol junto com um dado. 
Ainda assim as dificuldades apareciam. Surgiu, então, uma maneira de escrever na qual eram observados os sons da fala. Se a gente analisar a fala devagar, ao dizer cavalo, por exemplo, alguns sons chamados "vogais" ficam destacados: caaa + vaaa + looo. Se a gente prestar atenção nos movimentos da boca, os sons chamados "consoantes" se sobressaem: ccca + vvva + lllo. Juntando os dois tipos de sons, temos umas unidades chamadas sílabas: ca + va + lo. Assim, os símbolos da escrita passaram a ser as sílabas ou as vogais e as consoantes separadamente, conforme a língua. Esse tipo de escrita que representa separadamente as vogais e as consoantes, ou seja, cada letra, é chamado alfabeto, que se mostrou tão interessante, útil e prático que hoje em dia todas as línguas do mundo podem ser escritas com esse sistema.
adaptado do artigo originalmente publicado em Ciência Hoje das Crianças 48 escrito por: Luiz Carlos Cagliari, Universidade Estadual de Campinas.

Logótipo, é a representação gráfica da empresa, produto ou pessoa pela escolha ou desenho de uma tipografia (letra/fonte) específica. É um dos elementos gráficos de composição de uma marca, algumas vezes é o único, tornando-se a principal representação gráfica da mesma.
O logótipo, não necessita da utilização de qualquer outro elemento gráfico adicional (símbolo/ desenho) para compor a marca


